Professor de AEE
Pessoas
ainda têm a concepção de que incluir refere-se apenas a pessoas com
necessidades especiais, sendo que, todos nós, desde nossa concepção fazemos
parte dessa inclusão. Outros ainda confundem inclusão com interação, o que faz
com que os objetivos sejam desviados do verdadeiro ideal, que é a garantia de
todos os direitos reservados a qualquer pessoa, independente de qualquer coisa.
A todo tempo estamos querendo nos
incluir em alguma coisa, na escola, num grupo de amizade, no mercado de
trabalho etc., então já deveríamos estar acostumados com esse conceito. O que
nos difere das pessoas com necessidades especiais é que eles são discriminados
por causas de suas necessidades e isso dificulta esse processo de inclusão.
O papel do professor do AEE na escola e
na sala de RM é dar condições para que essas pessoas com necessidades não apenas
usem seus recursos, mas ajudá-los a conquistar sua independência, autoestima, vontade
de aprender e senti-se valorizado como pessoa que é sem levar em consideração
as suas limitações que os impedem de realizar algum tipo de atividade.
Os recursos nas salas os auxiliam a
fixarem de maneira mais lúdica as atividades a eles apresentadas para que seu
processo de aprendizagem seja o mais rápido e prazeroso possível. Dar condições
para que eles observem que são capazes de realizar muitas coisas, que têm
capacidades e podem superar barreiras.
O estudo de caso dá subsídios não só ao
professor de AEE, mas também a toda comunidade escolar, família e comunidade, pois
através dele, todos se envolvem no processo de inclusão do aluno em questão de
maneira organizada, coletiva e com objetivos de elevar aquele aluno às
condições mais elevadas conquistadas por ele com a ajuda de todos os
envolvidos. Esse estudo não permite que esse aluno seja acompanhado de maneira
embaraçosa e desorganizada, sem objetivo no seu processo de conquista final. No
decorrer das etapas, as conquistas são cultivadas por todos, principalmente pelo
aluno atendido e pelo professor de AEE que esteve mais presente e saberá
conduzi-lo na sua aprendizagem.
O plano de AEE é a execução de tudo que
foi observado no estudo de caso, é a parte real, é onde o professor de AEE e os
demais irão aplicar o que foi proposto, fazer modificações, inserir outros
meios etc., enfim, é flexível mediante a potencialidade e o desenvolvimento de
cada pessoa atendida.
Esse plano deve ser seguido, passando
por processos avaliativos onde irão apontar os avanços, as dificuldades e as
potencialidades que o aluno apresentará no decorrer do mesmo.
Bom dia Arlindo
ResponderExcluirMuito interessante suas colocações quanto a atividade de fechamento, vi a quão grande firmeza em suas palavras, quando dizes que: " O papel do professor do AEE na escola e na sala de RM é dar condições para que essas pessoas com necessidades não apenas usem seus recursos, mas ajudá-los a conquistar sua independência, auto-estima, vontade de aprender e senti-se valorizado", assim sendo feito,a credito que possamos inserir nossos alunos da forma como devem, pois na realidade inclusão é isso, é respeitar as diferenças, respeitar o tempo de aprendizagem de cada um, tendo em vista que o processo de ensino aprendizagem não é um modelo único e universal, ele deve dar subsídios para que todos os alunos possam se desenvolver, criando condições e permitindo que o aluno desenvolva suas habilidades na sociedade em que vive.
Abraços
Lourdes
Parabéns pela reflexão Arlindo.
ResponderExcluirConcordo com você quando diz "confundem inclusão com interação". Pois, o princípio fundamental da escola inclusiva é que todos os alunos devem aprender juntos, independente de suas dificuldades ou talentos, deficiência, origem sócio-econômica ou cultural. A inclusão reforça a ideia de que as diferenças sejam aceitas e respeitadas, no entanto, para que isso aconteça de fato são necessárias mudanças sociais, bem como um esforço mútuo de todos os profissionais da educação na busca pelo aprimoramento da prática educativa. Incluir e garantir uma educação de qualidade para todos é, atualmente, o fator mais importante na redefinição dos currículos escolares, desafiando a coragem das escolas em assumir um sistema educacional para todos os alunos. Temos que romper com os laços de preconceitos e rótulos, criando condições para que nossos alunos se desenvolvam. Um grande abraço, Josenira.
Boa noite!
ResponderExcluirProfessor Arlindo, parabéns por sua valiosa contribuição no processo da inclusão.
Concordo com você quando em suas calorosas palavras nos diz que "pessoas ainda têm a concepção de que incluir refere-se apenas a pessoa com necessidades especiais". É verdade amigo! Infelizmente, muitos ainda pensam assim. Porém,sabemos que a inclusão não está limitada apenas par a incessão do EPAEE nas escolas comuns de ensino, e sim, em um contexto maior, uma outra dimensão. ou seja, o benefício de todos com ou sem deficiência.
Abraços,
Madalena Maria
Boa tarde Arlindo,
ResponderExcluirParabéns pelas ótimas colocações que fizestes.A respeito do estudo de caso,também o acho importante não ´só para o aluno mas para todos aqueles a sua volta.´Com certeza seus comentário nos enriqueceu.
abraços,
Rejane
Concordo quando relata sobre o estudo de caso, ela é de fundamental importância pois é o principal passo para se trabalhar o aluno com necessidade, com o estudo de caso podemos conhecer melhor os nossos alunos, suas dificuldades suas habilidades entre outras. Valeu Sebastião Lobo Alves.
ResponderExcluirOlá, Arlindo
ResponderExcluirParabéns pelo seu texto bem coerente com a proposta da SRM. Considero fundamental o estímulo das potencialidades, desenvolvimento da autonomia e autoestima do alunos.
Beijos
Ana Rita
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